Parte da Mídia Exterior irá desaparecer da paisagem carioca




O mercado publicitário perdeu mais uma importante praça para divulgações externas. Acompanhando o exemplo da "Lei Cidade Limpa" de São Paulo, o Rio de Janeiro passou a contar com a "Rio Limpo", que acabará com quase todos os anúncios em 22 bairros da capital fluminense.

O prefeito Eduardo Paes publicou decreto nesta quarta-feira, 2, criando a ZPPA "Zona de Preservação Paisagística e Ambiental", local onde será proibida instalação de publicidade em outdoor, empenas, marquises e no topo de edifícios. Engloba apenas o Centro e a Zona Sul. Letreiros e fachadas também terão tamanhos específicos, de acordo com o tamanho da fachada: de 1,5, 4 ou 10 metros quadrados. E o nome dos estabelecimentos não poderá vir acompanhado de marcas publicitárias.




Por mais que tenha sido inspirada no modelo paulistano, a nova legislação carioca é mais flexível pois não atinge toda a cidade nem a publicidade veiculada em veículos como ônibus e táxis.

Há outras excessões, o mobiliário urbano permanece com propagandas, o que inclui bancas de jornal, abrigos de ônibus e relógios; os estantes de venda de imóveis em construção, também. E anúncios de peças teatrais e filmes podem ficar, mas só poderão ocupar 10% da fachada. Outra excessão é a propaganda do próprio governo. 




A Prefeitura do Rio de Janeiro começará a operação de limpeza hoje, quinta-feira, 3, pela Avenida Beira Mar. Cerca de 60 pessoas estão envolvidas, entre elas agentes da Secretaria Especial de Ordem Pública, da Defesa Civil, Rioluz e da Secretaria de Obras, além de fiscais da Coordenadoria de Licenciamento e Fiscalização da Prefeitura do Rio de Janeiro.

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