Comprando dentro dos táxis


Há um monte de opiniões sobre a eficácia dos QR Codes. Os executivos da marca têm ido tão longe como dizer que o número de pessoas que fazem a varredura do código é tão pequena que não é custo-efetiva para criá-los. 
Mas como tudo na vida, especialmente de marketing, depende. A idéia de adicionar interatividade a mídia estática é atraente. Sim, há uma série de problemas enfrentados com os códigos mas há momentos em que eles fazem sentido. O mais importante é a crescente penetração dos smartphones e tablets. As vendas com esses dispositivos já representou 6 bilhões de dólares nos Estados Unidos em 2011. De acordo com um estudo da Forrester, as vendas de móveis devem chegar a 31 bilhões de dólares em 2016.
Veja abaixo um dos cinco melhores usos de QR Codes eleito pelo portal de tecnologia Digiday.com (  Veja matéria completa AQUI ).
NOVA YORK FASHION WEEK



Em parceria com a revista Glamour, as marcas de luxo Lancôme e Yves Saint Laurent da L'Oreal, transformaram uma frota de 50 táxis de Nova Iorque em lojas móveis durante a semana de moda. Através de QR Codes, os passageiros poderiam comprar produtos. O resultado alcançado foi, uma em cada três passageiros fizeram a leitura do QR Code, e 25% fizeram compras e 92% pretendem fazer compras no futuro aplicativo baixado dentro dos táxis

A L'Oreal é a única marca que já realizou vendas por QR Codes em táxis dos EUA. Acreditamos neste cenário, porque as pessoas não fazem nada quando estão dentro dos táxis. 
NO BRASIL

De olho nesta tecnologia a Cartaxi  realizou duas ações com QR Codes em táxis brasileiros. A campanha do portal GuiaMais.com, que distribuia o aplicativo para os passageiros de Campinas e também para um lançamento do DVD da Sony em São Paulo que obteve aumento de 50% nas vendas. (Veja Aqui) estas e outras ações com QR Codes em táxis ao redor do mundo.